sexta-feira, 24 de junho de 2011

Organização do sistema educativo português



“O novo século é, em essência, sinónimo de horizonte de nova esperança. Uma esperança que, por ser eminentemente humana e humanizadora, elege a prioridade educativa como sua aliada incontornável na edificação de uma nova ordem societal onde todas contam e cada um possa ser capacitado para participar activamente n um processo de desenvolvimento que, para o ser, recupera a centralidade da pessoa na sua mais plena e inviolável dignidade.” Delors et al.  (1996)

Interessa-nos neste capítulo analisar a evolução do sistema educativo e a nova concepção de escola que actualmente vigora. É pertinente analisar estas mudanças no sentido em que a escola é cada vez mais um objecto de estudo sociológico, constituindo o ponto central da gestão do sistema educativo.



sexta-feira, 10 de junho de 2011

Conceito de Animação segundo alguns autores

  Segundo, (Lopes, Marcelino de Sousa, 2006), ao compararmos a palavra animação com o seu significado, podemos afirmar que, animar é alegria, entusiasmo, no ser humano isso pode resumir-se a iniciativa, construção e superação das suas próprias condições de vida. Podemos definir animação como algo imprescindível ao desenvolvimento pessoal e social, que não se limita a informar e transmitir conceitos nas diversas actividades, promovendo a oportunidade a todos sem excepção um adquirir de saberes inovadores e criativos. Não obstante a animação é uma vertente de educação integral e global, de pessoas e colectividades nas suas diversas manifestações e práticas, dinamizando competências e valores originam mudanças de comportamento.
 Analisando também a perspectiva Quintana Cabanas (1993), (citado por Lopes, Marcelino de Sousa, 2006), temos que a animação comporta várias definições, podendo denominar-se cultural, recreativa, social, desportiva, etc. Para este autor a animação tem uma faceta educativa uma vez que se resume a um conjunto de actividades com intenção de promover o desenvolvimento pessoal e social ou seja o desenvolvimento humano.
Por outro lado, (Trilla, citado por Lopes, 2006), considera a animação como “conjunto de accões realizadas por indivíduos, grupos ou instituições acerca de uma comunidade ou sector da mesma e no marco de um território concreto, coma finalidade de favorecer a participação activa das suas partes integrantes no processo do seu próprio desenvolvimento social e cultural”, para este autor a animação assume um papel de promotora do individualismo de cada um no seu próprio desenvolvimento de uma forma activa. Colmatando também o pensamento Ander-EGG temos a animação sócio cultural como “…um conjunto de práticas sociais baseadas numa pedagogia participativa e que têm por finalidade actuar em diferentes âmbitos de desenvolvimento."